Home         Igreja Virtual         Multimídia         Cultos           Rede Gospel            Gospel FM         Igospelmail
12 descobertas que comprovam fatos descritos na Bíblia

Os últimos anos foram marcados por diversas descobertas arqueológicas significativas que comprovam diversos fatos bíblicos. Confira, a seguir, as 12 principais:
 
1- Papiro antigo que menciona Jerusalém
 
Resultado de imagem para Papiro antigo que menciona Jerusal�m
 
Arqueólogos israelenses trouxeram a público um fragmento de um texto antigo que dizem ser a mais antiga referência a Jerusalém em hebreu fora da Bíblia -- uma descoberta que o governo rapidamente listou como prova da conexão judia com a cidade sagrada.
 
O pedaço de papiro de 11 por 2,5 centímetros, que a Autoridade de Antiguidades de Israel estimou ser do século 7 a.C., foi apresentado em uma coletiva de imprensa em Jerusalém.
 
Duas linhas de escrita hebraica antiga no artefato frágil e desbotado dão a entender que ele era parte de um documento que detalhava o pagamento de impostos ou de transferência de bens para armazéns de Jerusalém.
 
"Da criada do rei, de Na'arat, jarros de vinho, para Jerusalém", diz.
 
2- Antiga instalação de produção de vidro
 
Resultado de imagem para fabrica de vidro Ferrovia do Vale de Jezreel
 
Uma antiga fábrica de vidro foi encontrada perto da nova linha da Ferrovia do Vale Jezreel, em Israel. Para especialistas, a descoberta é uma prova de que a Judeia, de fato, era um centro de fabricação de vidro no mundo antigo.
 
Encontrado aos pés do Monte Carmelo, o local, provavelmente, era uma das maiores produtoras de vidro da região durante o Império Romano.
 
3- Tesouro em navio naufragado
 
Resultado de imagem para Tesouro em navio naufragado cesareia maritima
 
Mergulhadores encontraram as ruinas de um navio romano que havia afundado há 1.600 anos, perto da Cesareia Marítima, em Israel.
 
Na embarcação, havia estátuas e moedas de bronze.
 
4- Possível palácio de Salomão em Gezer
 
 
O sitio arqueológico de Tel Gezer, identificado como a cidade cananeia de Gezer, citada na Bíblia e localizado entre Tel Aviv e Jerusalém, foi palco de uma notícia muito celebrada tanto por historiadores como por cristãos: a descoberta de ruínas do que pode ser um palácio do tempo de Salomão.
 
A edificação palaciana, desenterrada em uma das camadas do sítio arqueológico, remonta ao século 10 a.C, época em que viveu o rei. Apesar de ainda não haver comprovação de que Salomão viveu ali, a tese é apoiada pelo professor Steve Ortiz, co-diretor do projeto de escavação, que explicou ao jornal Haaretz que o prédio é significativamente maior do que as casas comuns da época. Entre as características distintivas está o tipo de pedra usada na construção, muito cara para o cidadão comum.
 
A descoberta não foi anunciada oficialmente como o mesmo local mencionado na Bíblia, pois ainda é necessário que mais artefatos sejam descobertos antes de uma confirmação.
 
Se os profissionais estiverem certos, será mais um atrativo para o sítio, que atualmente já conta com um parque nacional com muitos registros da vida de até três mil anos atrás.
 
5- Centenas de tabuinhas romanas para escrita
 
Mais de 400 tabuinhas romanas foram encontradas em Londres, nos confins do antigo Império Romano. As mais antigas datam do ano 57 d.C.
 
Chamadas de “tabillas”, elas são de madeira e recobertas de cera, onde as escritas eram feitas com um tipo de caneta que riscava a superfície. A Bíblia menciona o uso das tabuinhas ao falar sobre Zacarias, o pai de João Batista, que utilizou uma em Lucas 1:63.
 
6- Piso do Segundo Templo
 
 
Os padrões geométricos das pedras e azulejos que formavam o piso dos pórticos do Templo judaico construído pelo rei Herodes foram identificados pelo Projeto Peneirar, que investiga toneladas de terra tiradas do Monte do Templo, em Israel.
 
Frankie Snyder, especialista em pisos decorativos antigos e que trabalha com o projeto Peneirar, ajudou a reconstruiu as peças. Ele explica que o estilo, chamado Opus Sectile, era distintivo de pisos exclusivos feitos na época. Basicamente, eram pedras multicoloridas polidas e cortadas para compor uma diversidade de formatos geométricos.
 
Originalmente importados de Roma, da Ásia Menor, da Tunísia e do Egito, os mosaicos que formam o piso foram cortados em diferentes formas geométricas. Provavelmente foram feitos por artesãos estrangeiros e enviados para Herodes, o Grande, pelo imperador Augusto.
 
7- Cemitério filisteu
 
A descoberta p�s fim aos 30 anos de Expedi��o Leon Levy (Foto: Menahem Kahana/AFP)
 
Pesquisadores em Israel afirmam ter descoberto um cemitério filisteu - seria, segundo eles, o primeiro a ser encontrado na história.
  
O achado, ocorrido em 2013 e tornado público recentemente, pode trazer respostas sobre o antigo mistério em torno da origem do povo.
 
A descoberta marcou o fim da escavação realizada pela Expedição Leon Levy na região do Parque Nacional de Ashkelon, no sul de Israel. Os trabalhos duraram 30 anos.
 
Os líderes da pesquisa dizem ter encontrado 145 conjuntos de restos mortais em várias câmaras fúnebres, algumas cercadas por perfume, comida, joias e armas.
 
As ossadas são originárias do período compreendido entre os séculos 11 a.C. e 8 a.C.
 
Povo migrante
 
Os filisteus são mencionados na Bíblia como arqui-inimigos dos antigos israelitas.
 
Acredita-se que eles tenham migrado para as terras de Israel por volta do século 12 a.C, vindos de áreas do oeste.
 
O filisteu mais famoso nos dias atuais é Golias, guerreiro gigante que, segundo o livro sagrado, foi vencido pelo jovem Davi antes de ele se tornar rei.
 
"Após décadas estudando o que os filisteus deixaram para trás, nós finalmente ficamos cara a cara com essas pessoas", afirmou Daniel M. Master, um dos líderes da escavação.
 
"Com essa descoberta, nós estamos próximos de desvendar o segredo em torno de suas origens."
 
Segredo de três anos
 
O professor Lawrence E. Stager est� entre os arque�logos l�deres da equipe (Foto: Reuters/Amir Cohen)
  
O achado foi mantido em segredo por três anos até que os trabalhos fossem finalizados. O objetivo era evitar atrair a atenção de ativistas judeus ultraortodoxos, que já haviam feito atos contra escavações.
 
Os manifestantes acusavam os arqueólogos de perturbar locais de sepultamento.
"Nós tivemos que segurar as nossas línguas por um longo tempo", disse Master.
 
Especialistas que estudaram o período divergem sobre a origem geográfica dos filisteus - Grécia, sua ilha Creta, Chipre e Anatólia, na Turquia, são apontados.
 
Alguns dos mortos foram sepultados com panelas de barro e outros itens pessoais (Foto: Reuters/Amir Cohen)
  
A equipe da expedição está agora fazendo exames de DNA, de datação por radiocarbono e outros testes nos restos mortais em uma tentativa de apontar com precisão sua ascendência.
 
A maioria dos corpos não foi enterrada com itens pessoais, afirmam os pesquisadores, mas perto de alguns havia utensílios onde eram guardados perfumes, jarras e pequenas tigelas.
Poucos indivíduos foram sepultados com pulseiras e brincos. Outros, com armas.
 
"É assim que filisteus tratavam seus mortos, e esse é o 'livro de códigos' para decifrar tudo", disse o arqueólogo Adam Aja, um dos participantes da escavação.
 
8- Caverna encontrada perto de Caná
 
Uma caverna foi encontrada próxima à Caná da Galileia. Ali, provavelmente, rochas de calcário eram extraídas e serviam de matéria prima para a produção de copos, tigelas e frascos.
 
Provavelmente, foi o local de origem dos jarros de águas utilizados na festa de casamento, onde Jesus Cristo realizou seu primeiro milagre público, transformando a água em vinho, conforme descreve a passagem bíblica de João 2.1 a 11.
 
9- Santuário pagão destruído pelo rei Ezequias
 
 
Reis 18. 1 a 4: “No terceiro ano de Oséias, filho de Elá, rei de Israel, começou a reinar Ezequias, filho de Acaz, rei de Judá. Tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar e reinou vinte e nove anos em Jerusalém; sua mãe se chamava Abi e era filha de Zacarias. Fez ele o que era reto perante o SENHOR, segundo tudo o que fizera Davi, seu pai.
 
Removeu os altos, quebrou as colunas e deitou abaixo o poste-ídolo; e fez em pedaços a serpente de bronze que Moisés fizera, porque até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso e lhe chamavam Neustã.”
 
Recentemente, arqueólogos da Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA, na sigla em inglês) encontraram artefatos que comprovam a narrativa bíblica acima.
 
Durante as escavações, que aconteceram no Parque Nacional Tel Lachish, entre o Monte Hebrom e o Mar Mediterrâneo, de janeiro a março deste ano, os pesquisadores encontraram um “portão-santuário”, datado no século 8 a.C – o maior do período do Primeiro Templo já descoberto no país –.
 
"O tamanho da porta é consistente com o conhecimento histórico e arqueológico que possuímos. Lachish era uma grande cidade, uma das mais importantes depois de Jerusalém", disse Sa'ar Ganor, um dos responsáveis pela expedição.
 
De acordo com o especialista, a destruição dos ídolos ocorreu perto dos portões da cidade. Ali, idosos, governadores, reis e funcionários tinham o costume de se reunir. “Os bancos onde eles sentaram foram encontrados em nossas escavações”, garante ele.
 
Artefatos revelam detalhes
 
Artefatos
 
Segundo o diretor da escavação, as descobertas levaram os especialistas a "uma escada que fazia parte de uma grande sala, onde havia um banco sobre o qual as ofertas eram colocadas".
 
O grupo encontrou na sala dois altares de quatro chifres e dezenas de objetos de cerâmica, incluindo lâmpadas e tigelas. Para Ganor, tudo indica que os chifres no altar foram intencionalmente quebrados.
 
"Essa é uma evidência da reforma religiosa atribuída pelo rei Ezequias, onde o culto religioso foi centralizado em Jerusalém e os altares pagãos levantados fora da capital foram destruídos", explicou ele.
 
“Esta descoberta é um exemplo iluminado do verso que descreve o rei Ezequias, disse Zeev Elkin, ministro de Jerusalém e de Proteção do Patrimônio e do Meio Ambiente. “Diante dos nossos olhos, esses novos achados se transformam nos versos bíblicos e falam por voz própria”, acrescentou.
 
10- Um dos primeiros manuscritos da Bíblia é encontrado
 
Cientistas reconstroem virtualmente parte da B�blia
 
Cientistas de Estados Unidos e Israel identificaram as mais antigas passagens manuscritas do Antigo Testamento já encontradas. Segundo os pesquisadores, o texto data do século III ou IV. A descoberta foi divulgada na revista científica Science Advances.
  
Sem precisar desembrulhar o pergaminho frágil e danificado, Pnina Shor, autoridade de antiguidades de Israel, e Brent Seales, cientista da Universidade de Kentucky, utilizaram um procedimento inovador da instituição americana: desvendaram o texto através de escaneamento com raio-x e leitura virtual.
 
No pergaminho, os pesquisadores encontraram passagens do Levítico, um dos cinco primeiros livros do Antigo Testamento. O rolo foi encontrado por arqueólogos em En-Gedi, em 1970. No lugar, vivia uma antiga comunidade judaica, entre os anos de 800 d.C. e 600 d.C.
 
Técnica
 
Os estudiosos de Israel utilizaram uma máquina de microtomografia, normalmente utilizada para análise de câncer em pacientes. As imagens obtidas foram enviadas para Kentucky e equipe americana fez análises tridimensionais das passagens e reconstruiu virtualmente o manuscrito.
 
“Ficamos impressionados com a qualidade das imagens”, disse Michael Segal, diretor da Escola de Filosofia e Religião da Universidade Hebraica de Jerusalém.
 
Por muito tempo se pensou que seu conteúdo havia sido perdido para sempre, pois o rolo foi queimado em um grande incêndio no local e, até então, tocá-lo sem que se desfizesse em cinzas era impossível. “A estrutura principal de cada fragmento, completamente queimada e esmagada, tinha se transformado em pedaços de carvão que continuavam se desintegrando cada vez que era tocada”, relatou os pesquisadores no estudo.
 
11- Local onde Jesus multiplicou cinco pães e dois peixes é encontrado
 
Local em que Jesus teria multiplicado pães e peixes é descoberto por arqueólogos israelenses na região do Mar da Galileia (Foto: MENAHEM KAHANA / AFP)
 
Arqueólogos israelenses encontraram nos arredores do Mar da Galileia (Lago Tiberiades ou Kinneret) os restos de Betsaida (Julias), o povoado onde, de acordo com a tradição cristã, os apóstolos Pedro, André e Felipe moravam e onde aconteceu o milagre da multiplicação dos pães e peixes.
 
"Encontramos o que parece ser a cidade dos três apóstolos, onde Jesus multiplicou os pães e os peixes", afirmou nesta segunda-feira à Agência Efe o arqueólogo Mordejai Aviam, do Kinneret College, em Israel, que há três anos trabalha neste projeto.
 
Na margem nordeste do Mar da Galileia, a equipe vasculhou o lugar onde, conforme o Novo Testamento, estiveram três dos apóstolos de Jesus, a Reserva Natural do Vale de Betsaida, como é conhecida hoje.
 
Há pouco tempo, Aviam achou, com mais 25 arqueólogos e voluntários, uma capa do período das Cruzadas, uma feitoria de açúcar do século XIII, um mosteiro e o que parece ser uma igreja. Dois metros debaixo do solo encontraram restos do período bizantino, que se remonta à etapa final do Império Romano e que nos seus primeiros anos de vida se estendeu por todo o Mediterrâneo Oriental.
 
Tempo atrás tinha sido descartada a possibilidade de encontrar algo deste período da história, mas foi a aparição de uma peça de cerâmica em 2014 que fez que a equipe se concentrasse mais nesta área e o que fez aumentar as expectativas.
 
"Existem moedas, cerâmica, um mosaico, paredes e um banheiro de estilo romano, o que nos leva a crer que não se tratava simplesmente de um povoado, mas de uma grande cidade romana", afirmou Aviam, acrescentando que abaixo da camada que objetos das Cruzadas estão ruínas do período anterior, o Romano (de 300 a 100 a.C.).
 
De acordo com a Bíblia, Jesus foi para esse lugar para descansar sozinho, afundado na tristeza pela notícia da morte de João (ordenada por Herodes Antipas), mas foi seguido por uma multidão.
 
Quando anoiteceu, os discípulos sugeriram que ele dispensasse os seguidores para que pudessem comer, mas ele respondeu que não era necessário que fossem embora e pediu para servir as pessoas com os alimentos que tivessem ali. Foi quando os discípulos disseram que só tinham cinco pães e dois peixes.
 
Teorias arqueológicas
 
Aviam está convicto de que os objetos achados demonstram que esse é o local onde milhões de cristãos viram esse milagre, apesar de outras teorias arqueológicas situarem esse ponto em outros lugares da região, rejeitando essa situação com o argumento de que o nível do lago nessa área cobria a zona, algo que as novas descobertas contradizem.
 
O historiador Flávio Josefo descreveu nos seus textos a cidade de Betsadia e explicou que o rei judeu Filipe, o Tetrarca, a transformou, fazendo com que o local se transformasse de uma vila de pescadores em uma autêntica cidade romana.
 
Não muito longe dali, na cidade de Tiberíades, na margem oposta do lago, novas escavações situam Madala, o povoado onde nasceu e viveu Maria Madalena, uma das figuras femininas mais relevantes da Bíblia.
 
Local de peregrinação
 
Os responsáveis pelas mais novas descobertas arqueológicas na zona querem fazer das terras próximas ao Mar da Galileia um lugar de peregrinação, culto e turismo e por isso querem acompanhar os passos de Jesus e percorrer as paisagens por onde ele e seus discípulos caminharam.
 
Para muitos dos que creem, pisar na terra em que Jesus Cristo viveu e ver resquícios que datam de sua época e que põem no mapa atual os lugares apresentados na Bíblia é, além de uma experiência repleta de emoção, uma forma de reafirmar a própria fé.
 
12- Transformação da água em vinho: fábrica de talhas é encontrada na Galileia
 
A 2,000-year-old workshop for making stone vessels similar to those Jesus is believed to have used to miraculously turn water into wine has been uncovered. Archaeologist Yonatan Adler displays some of the chalkstone mugs and cores discovered (pictured)
 
Arqueólogos israelenses descobriram vestígios de um ateliê incomum de fabricação de recipientes em pedra, material usado pelos judeus. No local, eram produzidos recipientes similares aos usados por Jesus Cristo – durante a festa de casamento na qual Ele transformou a água em vinho, conforme descreve a passagem bíblica de João 2:1 a 11.
 
O ateliê foi encontrado casualmente há dois meses, durante obras de escavação a alguns quilômetros do local que supostamente corresponde ao povoado bíblico de Canaã, em Reineh, vila árabe ao norte de Nazaré, no norte de Israel, informou o arqueólogo Yonatan Adler.
 
Máquinas usadas na construção de uma estrada perfuraram a parede externa de uma cavidade. A mesma revelou-se uma pedreira e um ateliê, no qual eram fabricadas especialmente taças e vasilhas em pedra. Ao explorar o local, os arqueólogos encontraram os restos de algumas taças. Mas também encontraram milhares de cilindros de creta, pedra calcária usada para produzir os recipientes.
 
Os artesãos extraíam da pedreira blocos de pedra, aos quais davam a forma geral dos recipientes. Eles dispunham os blocos sobre um torno e, com ajuda de um objeto punçante disposto verticalmente na creta, extraíam a parte interna, obtendo cilindros como os encontrados no local, antes de polir a superfície externa.
 
Este tipo de recipiente de pedra é característico do período que se estende da segunda metade do século I antes de Cristo até meados do século II depois de Cristo.
 
Garantia de pureza
 
Os judeus usavam a pedra para suas vasilhas porque, "segundo a lei judaica, e contrariamente à olaria, a pedra era considerada um material que nunca podia se tornar impuro", explicou Adler, que chefia as pesquisas arqueológicas. O local é de extrema importância para o estudo dos judeus em uma região de importância significativa, disse.
 
Até então dois locais similares haviam sido encontrados, mas perto de Jerusalém, na antiga Judeia. "O que é entusiasmante aqui é que pela primeira vez dispomos da prova física da produção de recipientes de pedra na Galileia", acrescentou.
 
"Os estudiosos sempre se interrogaram sobre o judaísmo na Galileia. É particularmente importante quando se sabe que o movimento atribuído a Jesus apareceu nesta região", afirma Adler, lembrando as interrogações feitas pelos arqueólogos diante dos relatos sobre as pessoas que, segundo a Bíblia, começaram a seguir Jesus.
 
Segundo o Evangelho de João, Jesus transformou água em vinho nas Bodas de Canaã. A água estava supostamente contida em seis jarras de pedra, "destinadas à purificação dos judeus", diz o texto do Novo Testamento. Os cristãos hoje identificam Canaã como a localidade de Kafr Kanna, vizinha a Reineh.
 
"Por enquanto não encontramos rastros de produção daquelas grandes jarras" no sítio de Reineh, disse Adler, "mas se pode presumir que as jarras que teriam sido utilizadas em Canaã foram fabricadas em um lugar como este, provavelmente nas imediações".
 
 
Informações: Reuters, Landy of The Bible, Gospel Prime, BBC, G1, Veja, Agência AFP e Christianity Today

Publicado em 11/12/2017
Matérias | Igrejas | BUSCADOR


Mais Notícias
14.12
Formatura das Mais que Vencedoras será neste sábado
14.12
Jejum das Vitórias de Samuel chega ao 6º dia
14.12
Crianças do Núcleo Heliópolis recebem festa de Natal
13.12
Conheça a primeira escola de missões apostólica
13.12
Hoje "Noite de Poder" nas igrejas Renascer em Cristo
13.12
Projeto "Fé com Obras" desenvolve trabalho social no Rio
12.12
Igreja Renascer leva alimentos para famílias carentes

Radio Gospel FM 90.1 | Marcha para Jesus | Renascer Praise | O2 Church
Todos os direitos reservados - 2017 | Ano Apostólico de Samuel
É proibida a reprodução total ou parcial deste website, em qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização.