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Mulheres no mercado de trabalho: a luta pela igualdade!

Nos últimos 50 anos, as mulheres têm deixado de atuar apenas no ambiente privado para também se lançarem no mercado de trabalho. Os avanços nas leis trabalhistas permitiram o crescimento dessa mão de obra. Em 2007, as mulheres representavam 40,8% do mercado formal de trabalho; em 2016, passaram a ocupar 44% das vagas.
 
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“Essa diferença tende a ser reduzida. Não faz sentido que mulheres capacitadas e em idade produtiva sejam preteridas no mercado de trabalho pelo único fato de serem mulheres. O Brasil tem reduzido essa injustiça. Esse é um caminho sem volta”, disse o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.
 
Os estados com menos diferença de participação no mercado de trabalho formal entre homens e mulheres são Roraima (49,6% das vagas de trabalho são ocupadas por mulheres) e Acre (47,2%). Distrito Federal e Mato Grosso são as unidades da federação com menos percentual de mulheres em atividades formais, segundo o levantamento do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) – 39% e 39,5%, respectivamente. A média brasileira é de 44%.
 
Além disso, o desemprego afetou menos as mulheres nos últimos cinco anos do que os homens, apontam dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base em informações do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho. De acordo com o IBGE, entre 2012 e 2016, o total de homens empregados sofreu redução de 6,4%, contra 3,5% entre as mulheres.
 
A renda dessas trabalhadoras também tem ganhado cada vez mais importância no sustento das famílias. Os lares brasileiros estão sendo chefiados por mulheres. Em 1995, 23% dos domicílios tinham mulheres como pessoas de referência. Vinte anos depois, esse número chegou a 40%. Cabe ressaltar que as famílias chefiadas por mulheres não são exclusivamente aquelas nas quais não há a presença masculina: em 34% delas, havia a presença de um cônjuge.
 
Apesar dessas melhoras, as mulheres ainda ganham em média menos do que os homens, mesmo tendo mais tempo de estudo e qualificação. No total, a diferença de remuneração entre homens e mulheres em 2015, ano com os dados mais recentes do indicador, era de 16%. O rendimento médio do homem era de R$ 2.905.91, e o pago às mulheres, de R$ 2.436,85.
 
Contudo, quanto à participação em cargos de chefia e gerência nas empresas e organizações, ainda é preciso avançar. Isso porque entre 5% e 10% dessas instituições são chefiadas por mulheres no Brasil, de acordo com um estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
 
Setores da economia
 
O levantamento aponta um crescimento na ocupação formal por mulheres entre 30 e 39 anos (43,8%) e entre 50 e 64 anos (64,3%). Os setores em que o percentual de mulheres ocupadas é superior ao dos homens são administração pública e serviços, enquanto homens são maioria na indústria de transformação; agropecuária, extração vegetal, caça e pesca; construção civil, serviços industriais de utilidade pública; e extrativa mineral. No comércio, a participação de homens e mulheres é bem equilibrada, sendo que 20,1% dos homens e 19,9% das mulheres estão no setor.
 
Para entender a importância do papal da mulher no mercado de trabalho, relembre, no vídeo abaixo, um bate-papo esclarecedor realizado no estúdio do programa “De Bem com a Vida”, da Rede Gospel de Televisão:
 
 
Igualdade entre homem e mulher no mercado de trabalho pode demorar 217 anos
 
A desigualdade de renda continua a crescer em todo o mundo. 82% de toda a riqueza mundial gerada entre setembro de 2016 e setembro de 2017 ficou nas mãos do 1% mais rico da população, enquanto a metade mais pobre do globo, equivalente a 3,7 bilhões de pessoas, não foi beneficiada com nenhum aumento em ganhos.
 
Nesse cenário, as mulheres são as mais prejudicadas, avalia o estudo publicado pela Oxfam.
 
Segundo o documento, será preciso 217 anos para que mulheres em todo o mundo tenham as mesmas oportunidades de trabalho e salários do que os homens. A estimativa da ONG tem como base um relatório do Fórum Econômico Mundial.
 
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Não à toa, 9 a cada 10 bilionários são do sexo masculino. Atualmente, há 2.043 bilionários no planeta.
 
O levantamento também mostra que elas sustentam 10 trilhões de dólares com serviços em que não recebem remuneração. Isso quer dizer: se as mulheres fossem pagas para fazer serviços domésticos, por exemplo, seriam injetados 10 tri em dólares na economia mundial.
 
Na avaliação do instituto, os números refletem uma realidade na qual mulheres têm menos posses de terras, menor participação em ativos financeiros e bens, além de receberem salários menores que os dos homens para exercer as mesmas funções.
 
E mais: às mulheres ainda costuma ser imposto cargos como o de doméstica, profissão ainda  profissão ainda “caracterizada pela baixa remuneração, altos níveis de instabilidade e pouca abertura para que trabalhadores se organizarem em prol de direitos ”. Segundo o estudo, 83% dos 60 milhões de trabalhadores domésticos no mundo é composto por mulheres.
 
Por que mulheres são minoria no 1%
 
Normas sociais, atitudes e credos desvalorizam as habilidades e o status da mulher em sociedade e tentam justificar a violência e a discriminação contra elas, além de ditar quais trabalhos são permitidos para as mulheres e quais não são”, avalia o documento.
 
Uma das principais recomendações da ONG, que atua em 20 países, é a criação de mecanismos governamentais para abolir a desigualdade de gênero no mercado de trabalho.
 
“Para se alcançar a igualdade não é suficiente integrar a mulher ao modelo econômico como ele é. Nós precisamos desenvolver um ponto de vista novo para construir uma nova economia, na qual homem e mulher se unam para beneficiar a todos, e não somente a poucos privilegiados”
 
Pesquisa
 
A conclusão dos pesquisadores da Oxfam tem como base entrevistas feitas com 120 mil pessoas em 10 países, nos cinco continentes, além de estudos da ONU, Fórum Econômico Mundial, Organização Internacional do Trabalho, Banco Mundial, etc.
 
 
Fontes: Portal Brasil e Uol 
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Publicado em 06/03/2018
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