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Estudante conta como conseguiu escapar do massacre em Suzano

Rhyllary Barbosa de Sousa, 15 anos, é uma das sobreviventes do massacre ocorrido na Escola Estadual Professor Raul Brasil, que deixou oito mortos e 11 feridos, no último dia 18 de março. O ataque aconteceu por volta das 9h30, período em que ela estava lanchando com as amigas.
 
A estudante Rhyllary Barbosa dos Santos em sua casa. (Foto: Glauco Ara?ºjo/G1)
 
Em entrevista, a estudante conta que tem buscado superar o trauma fortalecendo sua fé em Deus – frequentando cultos – e praticando esportes. Ela pretende retomar os treinos de jiu-jítsu, modalidade que a ajudou a escapar da morte.
 
Um dos vídeos divulgados nas redes sociais mostra o momento em que a jovem reage ao ataque de Luiz Henrique de Castro, que invadiu a escola minutos depois do primeiro comparsa, o ex-aluno da Raul Brasil Guilherme Taucci Monteiro.
 
Rhyllary explicou que aprendeu as técnicas em um projeto social para crianças de baixa renda em Suzano e deu detalhes do incidente.
  
“Corri para o refeitório, pulei um murinho e me abaixei para me esconder. Tinha muita gente comigo. Mas ali, daquele jeito, estávamos numa posição bem desfavorável”
 
A jovem liderou a corrida pela sobrevivência. “Eu estava assustada, mas busquei uma força que não sei de onde veio, me levantei e disse para todo mundo: ‘Vocês precisam tomar coragem. Se a gente ficar parado aqui, vai ser muito pior!’”, lembra.
 
Naquele momento, Guilherme já havia matado a tiros a coordenadora pedagógica Marilena Umezu, e continuou a disparar.
 
Rhyllary e seu grupo saíram ilesos dos ataques. A jovem, então, buscou refúgio no saguão do colégio, onde foi surpreendida por Luiz. Ele a segurou pelos braços, desferiu socos e tentou derrubá-la. Mas ela resistiu: “Eu me imaginei no tatame e não deixei ele me derrubar”.
 
Já livre, Rhyllary escancarou o portão do colégio, saiu correndo e abriu passagem para os outros colegas.
 
Angelo Máximo Leite de Oliveira, 36, professor de jiu-jítsu de Rhyllary, diz que o evento tornou a garota conhecida entre os alunos do Projeto Bonsai: “Ela tem um diferencial dentro do tatame. Além de muito disciplinada, treina com homens de até 110 kg de igual para igual”, diz ele.
 
Segundo o instrutor, a menina agiu da forma correta, mesmo sob grande pressão. “No momento em que ela foi segurada, permaneceu com a perna afastada em relação ao atirador e, assim, criou uma base para se defender”, disse.
 
 
Redação iGospel
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Publicado em 28/03/2019
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