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Vacina contra o HPV e a segurana das pacientes

Meninas de 11 a 13 anos de todo o Brasil estão aptas a receber a segunda dose da vacina HPV. A campanha teve início em 1º de setembro com o objetivo de imunizar 4,9 milhões de garotas em todo o país, de acordo com o Ministério da Saúde.
 
O programa de vacinação do Governo Federal institui que esse reforço deve ocorrer seis meses após a primeira aplicação, com a terceira dose após cinco anos. A vacina distribuída no Sistema Único de Saúde é do tipo quadrivalente, que protege contra quatro tipos de HPV: 6, 11, o 16 e o 18.
 
Dois deles (o 6 e o 11) respondem pelo aparecimento de 90% das verrugas genitais. Os outros dois (o 16 e o 18) estão relacionados com 70% dos casos de câncer de colo de útero.
 
O câncer de colo de útero tem alta incidência entre as mulheres. Além da vacina, a prevenção também envolve o exame Papanicolau, que identifica possíveis lesões precursoras de câncer. Com o diagnóstico e a intervenção terapêutica precoces, é possível evitar o desenvolvimento da doença.
 
A expectativa do Ministério da Saúde é de que a combinação de vacinação com o teste preventivo, este realizado a partir dos 25 anos, permita que as garotas vacinadas nesta campanha sejam as primeiras em que o câncer de colo de útero seja eliminado como causa de morte entre as mulheres.
 
Para contribuir por uma melhor cobertura vacinal, a imunização será expandida às escolas públicas. Vale ressaltar que a vacinação está preconizada no Estatuto da Criança e Adolescente, sem requerer autorização dos pais, exceto em casos de desacordo.
 
Segurança
 
Dias após o início da campanha, 11 meninas se queixaram de sintomas como mal estar e cefaleia, entre outros, em Bertioga, cidade do litoral paulista. Após exames médicos, foram liberadas, entretanto três delas retornaram, com relato de sintomas mais acentuados, voltando à internação hospitalar para observação. Até o momento, os exames realizados não mostraram anormalidades. Os especialistas garantem que a vacina é segura e não há motivos para alardes em virtude de tais intercorrências.
“A vacina é segura, ao contrário das suspeitas levantadas devido a esses casos. No primeiro semestre, durante a primeira dose, não houve problemas. O único sintoma que podemos relacionar é o desmaio em consequência da dor local. Por essa razão, a vacina deve ser aplicada com a menina deitada ou sentada, seguida de observação por 15 minutos”, esclarece a dra. Marta Heloísa Lopes, coordenadora do Comitê Científico de Imunização da Sociedade Brasileira de Infectologia.
 
Os eventos adversos mais comuns relacionados à vacina de HPV são dor, inchaço e vermelhidão local.  Sintomas como febre, mal estar e cefaleia também são relatados.
 
Dra. Marta explica que a vacina é muito semelhante à da Hepatite B. “As duas são obtidas por meio de engenharia genética, um dos modos mais seguros que existe, e contém somente a superfície do vírus”, destaca. Na rede privada, cada dose chega a custar R$ 500, em média.
 
Pesquisas realizadas em países que adotaram a imunização há mais tempo mostram que os riscos de ocorrerem reações são parecidos com os de outras vacinas já integradas no calendário vacinal.
 
 
Redação iGospel
Leia também:
HPV: Começou a vacinação das meninas no Brasil (11.03)
Ginecologista fala sobre os riscos do HPV! Previna-se! (18.10)

Publicado em 17/09/2014
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