4 evidências que comprovam passagens da Bíblia


O livro mais lido e vendido em todo o mundo é a Bíblia. De acordo com a Sociedade Bíblica do Brasil, as Sagradas Escrituras foram traduzidas para mais de 3 mil idiomas e ocupam o primeiro lugar do ranking há mais de 50 anos. Estima-se que mais de 3,9 bilhões de exemplares tenham sido vendidos no mundo.


Há diversas evidências arqueológicas que comprovam grande parte dos acontecimentos registrados na Bíblia e a existência de seus personagens.


O site Mega Curioso relembrou quatro:


1. A destruição de Sodoma e Gomorra


Segundo a Bíblia, Sodoma e Gomorra eram duas cidades que foram destruídas, com fogo e enxofre caídos do céu, devido às abominações cometidas por seus habitantes.


Arqueólogos descobriram que, na Idade de Bronze, havia uma cidade chamada Tel el-Hamman que ficava na localização atual da Jordânia. Tel el-Hamman era uma cidade movimentada próxima de Jerusalém e próxima de Jericó. Mas, por volta de 1650 a.C., algo catastrófico aconteceu e fez com que os habitantes abandonassem a cidade.


Em 2016, o pesquisador Steven Collins e sua equipe encontraram nesta localidade uma camada de fuligem de 1,5 metro de profundidade. A partir das características deste material, os cientistas postularam que um meteorito havia explodido sobre a cidade. Não se sabe com total precisão se Tel el-Hammam era realmente o local de Sodoma e Gomorra, mas tudo se encaixa com a história contada na Bíblia.


2. Os manuscritos do Mar Morto


Os Manuscritos do Mar Morto são uma coleção de fragmentos de textos encontrados em cavernas de Qumran, no Mar Morto, por nômades árabes. Eles contêm porções da Bíblia hebraica – ou seja, do Antigo Testamento. Há trechos de toda essa parte da Bíblia, com exceção do Livro de Ester.


Os fragmentos datam do século III a.C., o que comprova que precederam a própria existência de Cristo e podem configurar como documentos históricos. Sua preservação se deu por conta da secura do clima da região, que fez com que estas relíquias ficassem intactas por muitos e muitos anos.


3. O dilúvio que fez Noé construir uma arca


A história de Noé é uma das mais conhecidas da Bíblia. Nela, se conta que Deus teria cansado de sua obra e resolvido varrer a humanidade. Ele escolhe, então, Noé e sua família para serem salvos antes que um dilúvio ocorra na Terra.


Mas será que há alguma possibilidade de que essa história tenha existido? Os pesquisadores já descobriram que, na Mesopotâmia, muitas civilizações surgiram e sumiram. Na Epopeia de Gilgamesh, um poema épico mesopotâmico escrito pelos sumérios por volta de 2000 a.C., fala-se de um grande dilúvio.


Há também evidências arqueológicas: entre 1928 e 1929, escavadores encontraram na região onde seria a Mesopotâmia evidências de uma inundação que gerou uma camada de lama de 2,4 metros de profundidade. Os indícios é que teria sido um evento devastador, como um verdadeiro dilúvio.


4. A existência de Pôncio Pilatos


Pôncio Pilatos foi o governador da província da Judeia que levou Jesus à crucificação. Mas será que ele realmente existiu?


Em 1961, um homem chamado Antonio Frova encontrou uma pedra escondida sob o teatro de Cesareia Marítima, em Israel, com uma inscrição que dizia: “Tiberium Pôncio Pilatos, Prefeito da Judeia". Ou seja, é um forte indício de que o executor de Jesus Cristo realmente existiu.



Redação

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