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Arqueólogos investigam Tanque de Siloé

  • Foto do escritor: VB Creations
    VB Creations
  • 27 de set.
  • 2 min de leitura
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Arqueólogos descobriram um muro de cerca de 11 metros de altura que fazia parte do Tanque de Siloé, em Jerusalém, local onde Jesus curou um homem cego. A estrutura integrava um complexo sistema hidráulico que canalizava água da Fonte de Giom para o tanque, também chamado de piscina.


Por meio da datação por carbono, os pesquisadores confirmaram que a construção original do muro data de cerca de 2.700 anos, no século VIII a.C., durante o reinado do rei Ezequias, mencionado na Bíblia em 2 Reis 20:20. A parede fazia parte de uma barragem que sustentava o tanque, funcionando como reservatório e proteção contra enchentes.


O diretor da escavação, Itamar Berko, explicou que a barragem tinha 7 metros de largura e 20 metros de comprimento, projetada para captar o escoamento da chuva e direcioná-lo para a bacia central. O ministro do Patrimônio, rabino Amichai Eliyahu, destacou a engenhosidade dos antigos arquitetos de Jerusalém e a criatividade aplicada para lidar com crises climáticas há mais de 2.800 anos.


O Tanque de Siloé também é famoso por ser o cenário do milagre relatado no Evangelho de João, quando Jesus restaurou a visão de um homem nascido cego. Ele fez lodo com terra e saliva, aplicou nos olhos do homem e pediu que ele se lavasse na piscina, resultando na cura (João 9:6-7). O milagre teve grande impacto na população da época.


Uma parte do tanque já está aberta à visitação, enquanto o restante segue em escavação. O local será incorporado a uma rota turística que inicia na Cidade de Davi e termina no Muro das Lamentações, permitindo aos visitantes acompanhar o progresso das descobertas e conhecer o histórico cenário do milagre.



Redação

 
 
 

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