The Chosen grava episódio final
há 21 minutos
2 min de leitura
Após gravar a última cena de The Chosen, o criador da série, Dallas Jenkins, refletiu sobre a trajetória da produção e afirmou que o trabalho aprofundou seu relacionamento com Deus. Segundo ele, ao longo dos anos, passou a compreender de forma mais profunda o caráter íntimo e pessoal de Deus. “Me perguntaram: ‘Como você se sente?’, milhares e milhares de vezes nos últimos oito anos, e esta é a primeira vez que respondo de verdade: ‘Eu me sinto incrível’. Porque não tenho mais dias pendentes, não há mais temporadas pendentes na minha cabeça”, declarou. Para Dallas, Deus providenciou tudo o que era necessário e não há nada que gostaria de ter feito de maneira diferente.

A última cena também marcou o encerramento de um ciclo, já que mostra os discípulos em um barco que havia aparecido na primeira temporada. “É um momento que fecha um ciclo. Deus já nos encontrou aqui nas águas tantas vezes. Só tenho gratidão”, afirmou. Ao falar sobre o legado que deseja deixar, Dallas destacou que a equipe permaneceu fiel ao propósito original mesmo com o crescimento da série, que começou por meio de financiamento coletivo e alcançou centenas de milhões de espectadores. “Continuamos tentando fazer a obra de Deus. Continuamos humildes, continuamos rendidos, continuamos batalhando. Continua sendo sobre o trabalho e não sobre quantas pessoas vão assistir”, disse.
Para o criador, porém, o principal legado de The Chosen é levar mais pessoas a conhecer e amar Jesus. “Ao assistirem à série, as pessoas conheçam e amem mais a Jesus. Eu ouvi isso inúmeras vezes ao redor do mundo. Não há nada mais importante do que isso”, afirmou. Dallas também contou que a produção transformou sua própria compreensão sobre Deus. “Acho que não sabia tanto quanto sei agora, depois de fazer essa série, o quão íntimo e pessoal Ele é”, relatou. “Ele é o Deus das multidões, mas Ele também é o Deus do íntimo. E eu sinto isso mais do que nunca fazendo essa série. Provavelmente, é pelo que sou mais grato do que qualquer outra coisa”, concluiu.
Redação











Comentários